E se?....
Quantas vezes damos por nós à procura de resposta milagreira da nossa vida? E de onde virá a resposta tão insistentemente desejada e pedida? Pois é, mais importante do que a resposta é a pergunta. A qualidade das nossas respostas, das nossas vidas dependem fundamentalmente da qualidade das perguntas a que nos permitimos e que permitimos que nos façam. Quanto mais dolorosa, quanto mais incómoda, quanto mais desconfortável mais será o retorno. Caimos na tentação da pergunta reconfortante, da pergunta para a qual temos resposta, da pergunta para a qual sabemos que tudo fica na mesma. E se.... E se nos permitirmos a novos desafios? E se perguntarmos de forma diferente? E se perguntarmos de outro prisma? E se deixarmos de fugir às perguntas que sabemos que temos que responder? E se assumirmos a responsabilidade pelas nossas perguntas? É a pergunta que faz estar em acção ou reacção, semos vítimas ou responsáveis. Porque é que o outro vs O que é que eu...? E se....